



Pode-se dizer que foram "positivos" para a generalidade das equipas portuguesas, os resultados dos jogos de ontem da primeira jornada da Liga de Campeões.
não passa de uma intenção




É dramática, mas sobretudo fascinante, a crise dos mercados financeiros internacionais iniciada no Verão passado nos EUA. Economistas, historiadores económicos e cada um de nós indiferenciadamente pode ver de perto e quase "apalpar" aquele é o maior acontecimento da história financeira desde a década de 1930, embora com uma natureza totalmente diferente. Não é necessário ser-se marxista para intelectualmente vibrar com aquilo que se está a passar. Pessoalmente, não deixa de me causar espanto o desaparecimento de uma instituição histórica e sólida como a Lehman Brothers. Mas mais importante ainda é sabermos, mesmo que não sejamos bruxos, que a par da destruição de parte do sistema financeiro norte-americano e mundial um outro está já a nascer antecipando uma nova realidade, embora não saibamos ainda do que se trata.
Este regime tem umas poucas vergonhas a que o “povo”, e bem, chama "tachos". A nomeação e tomada de posse do deputado do PS, Vítor Ramalho, para presidente da FNAT – agora chamada INATEL – é apenas mais uma. Como se não bastasse, o deputado despreza os eleitores, o Parlamento e a Democracia ao trocar o São Bento por um prato de lentilhas para o qual se considera especialmente vocacionado. A tudo isto estamos acostumados. Mas não é por a pouca vergonha se ter tornado tão banal, que deve passar sem que sobre ela se diga que existe mas não devia.
Como esteve um belo dia e o meu filho tem amanhã o seu primeiro dia de aulas do 1.º ano de um longo caminho que nunca se sabe como acaba, fomos os dois à praia depois do almoço. Nada melhor do que banhos de sol e praia para preparar um ano de trabalho que para os miúdos acaba lá para Junho e para os graúdos nunca se sabe muito bem quando começa e muito menos quando termina.
O "selvagem ataque" de Sarah Palin a Barack Obama na convenção do Partido Republicano, que só existiu na cabeça do professor Vital Moreira, trouxe-me à lembrança apenas duas coisas.Se para relativizar, ou minimizar, a criminalidade em Portugal alguém se lembra de comparar as estatísiticas de homicídios em Londres com as do nosso país para o mesmo tipo crime, tudo por causa do número equiparável de habitantes, não deve certamente saber do que é que está a falar. Porém, o louvável esforço não deixará de ser notado. O nosso Governo, e em especial o ministro do Interior, mais cedo ou mais tarde agradecerão.
Nos últimos dias, e hoje não foi excepção, José Magalhães, secretário de Estado de qualquer coisa no Ministério do Interior, tem aparecido muito nos media a falar de questões de segurança. Depois de uma intervenção na SIC-Notícias há coisa de uma semana, chegou a ser desautorizado por um ministro com cara e gestos de Sócrates – mas que não me pareceu ser Sócrates – logo após uma reunião do Conselho de Ministros. Como o país, o Governo e a segurança interna andam como andam, ou seja, malzinho, sempre quero ver onde vai parar José Magalhães. Vai para a rua, para outro Ministério ou para o lugar do ministro do Interior?
A propósito do escândalo de pedofilia na Casa Pia, em geral, e do envolvimento dos nomes de Paulo Pedroso e de Ferro Rodrigues no processo respeitante ao dito escândalo, em particular, deixo apenas duas notas.
Os AA começam este Sábado, em Malta, os jogos de apuramento para o campeonato do mundo de Futebol a realizar no ano de 2010 na África do Sul. A "campanha" começa com um seleccionador "regressado" que fracassou no apuramento de outros AA portugueses para o "Mundial" de 1994 nos EUA, mas que apurou a selecção da África do Sul para um outro "Mundial" (o Coreia-Japão?). Por agora, o "regressado" professor Carlos Queiroz só provou três coisas. Que quer mostrar que é diferente do seu antecessor; que gosta de "novidades" no "lote dos escolhidos"; e que não dá conferências de imprensa para anunciar os seleccionados. Os prognósticos sobre o apuramento fá-los-ei, talvez, em Novembro de 2009.
Vale mesmo a pena ler este texto de José Medeiros Ferreira no Correio da Manhã sobre os "Mitos Americanos." Sobretudo pela importância de falar das coisas como são e não como gostaríamos que fossem.
Se a "onda de violência" que Portugal conheceu e conhece nas últimas semanas fosse apenas um fenómeno inventado pelos media, como muita boa gente quer garantir, porque razão estaria o Governo a mandar, quase todos as noites, as forças da ordem para a rua onde levam a cabo operações policiais na companhia de inúmeros jornalistas? A não ser, claro, que o Governo reconheça que deve dar o seu aval ao real, ou suposto, festival mediático que tanto critica.