Os AA começam este Sábado, em Malta, os jogos de apuramento para o campeonato do mundo de Futebol a realizar no ano de 2010 na África do Sul. A "campanha" começa com um seleccionador "regressado" que fracassou no apuramento de outros AA portugueses para o "Mundial" de 1994 nos EUA, mas que apurou a selecção da África do Sul para um outro "Mundial" (o Coreia-Japão?). Por agora, o "regressado" professor Carlos Queiroz só provou três coisas. Que quer mostrar que é diferente do seu antecessor; que gosta de "novidades" no "lote dos escolhidos"; e que não dá conferências de imprensa para anunciar os seleccionados. Os prognósticos sobre o apuramento fá-los-ei, talvez, em Novembro de 2009.2.9.08
O "Regressado"
Os AA começam este Sábado, em Malta, os jogos de apuramento para o campeonato do mundo de Futebol a realizar no ano de 2010 na África do Sul. A "campanha" começa com um seleccionador "regressado" que fracassou no apuramento de outros AA portugueses para o "Mundial" de 1994 nos EUA, mas que apurou a selecção da África do Sul para um outro "Mundial" (o Coreia-Japão?). Por agora, o "regressado" professor Carlos Queiroz só provou três coisas. Que quer mostrar que é diferente do seu antecessor; que gosta de "novidades" no "lote dos escolhidos"; e que não dá conferências de imprensa para anunciar os seleccionados. Os prognósticos sobre o apuramento fá-los-ei, talvez, em Novembro de 2009.1.9.08
"Mitos Americanos"

Vale mesmo a pena ler este texto de José Medeiros Ferreira no Correio da Manhã sobre os "Mitos Americanos." Sobretudo pela importância de falar das coisas como são e não como gostaríamos que fossem.30.8.08
O Governo, a "onda de violência" e os media.
Se a "onda de violência" que Portugal conheceu e conhece nas últimas semanas fosse apenas um fenómeno inventado pelos media, como muita boa gente quer garantir, porque razão estaria o Governo a mandar, quase todos as noites, as forças da ordem para a rua onde levam a cabo operações policiais na companhia de inúmeros jornalistas? A não ser, claro, que o Governo reconheça que deve dar o seu aval ao real, ou suposto, festival mediático que tanto critica.
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Media; Violência; Governo.
29.8.08
28.8.08
27.8.08
A Senhora Clinton em Denver
Como é óbvio, e por isso tem uma carreira política, Hillary Clinton quer ser a primeira mulher presidente dos EUA e com isso, também, contribuir para que a dinastia Clinton ganhe um lugar na história política da maior nação do mundo. O seu discurso (ler absolutamente notícia do The NewYork Times) de apoio incondicional e sincero a Obama foi inevitável mas, desculpe-se a contradição, encerrou uma enorme dose de cinismo e de calculismo político. Para a Sra. Clinton a sua chegada à Casa Branca implica a derrota de Obama nas eleições deste ano. Para melhor perceber estas coisas, convém notar que um dos maiores inimigos políticos dos Clinton, e apoiante notável de Obama, chama-se Ted Kennedy e esteve – se é que ainda não está – na convenção do Partido Democrático em Denver onde também discursou. Mas a política é assim e Hillary, e sobretudo o seu marido Bill, tudo farão, nos bastidores, para que Obama perca. O discurso de Hillary ontem foi um dos maiores sapos engolidos pelos Clinton desde 2000. Não será o último. Mas uma vitória de Obama é das últimas coisas que os Clinton podem desejar. É claro que caso Obama ganhe os Clinton não desistirão. Hillary e Bill estão para as curvas e a sua filha, Chelsea, ainda agora saiu da Universidade e tem uma vida inteira à sua frente. Assim saiba manter-se afastada de escândalos que possam ser letais.25.8.08
O Discurso Mais Esperado do Verão de 2008.
Não percebo nada de política, mas tenho para mim que a substância e a forma do discurso que Manuela Ferreira Leite irá pronunciar na próxima semana na Universidade de Verão do PSD (ou será da JSD?), demonstrará que o silêncio parcial, mas sensato, a que se remeteu de algumas semanas a esta parte foi uma muito boa e bem pensada opção...Para além de tudo o mais, vale a pena evocar aqui a verdade quase sempre indiscutível existente por trás da velha máxima segundo a qual pouco importa que falem bem ou mal de nós… O importante é que falem. E desde finais de Julho não se fala de outra coisa senão de um silêncio que, de facto, nunca existiu, dando a Manuela Ferreira Leite um protagonismo que certamente saberá potenciar no dia 7 de Setembro.
24.8.08
22.8.08
Cepticismo Ideológico
No hemisfério norte falta menos de um mês para que acabe o Verão. O tempo tem estado uma miséria, pelo menos do Algarve para cima. Em Évora, Beja, Portalegre ou Castelo Branco poucos foram os dias em que a temperatura foi além dos 35º C (no litoral então ainda menos). Eu sei que o Inverno foi suave, mas falar em "aquecimento global" com dois verões fresquinhos consecutivos no hemisfério norte, não convence cépticos ideológicos como é o humilde autor deste blogue.21.8.08
As Conveniências da Fé
Assim como houve, e ainda há, quem creia que o socialismo ou o liberalismo serão a redenção da pátria, outros há, mais prosaicos, que acreditam que a regionalização será a tábua de salvação de um país pouco ou nada viável.Por isso, os partidários da "regionalização" ainda mexem. Valha a verdade, porém, que aquilo que move os regionalistas é por demais óbvio. Não passa do desejo de tratar da sua vidinha. É que como isto anda, os "jobs" não chegam para todos aqueles que têm legítimas ambições e não são, com a actual ordem das coisas, devidamente reconhecidos e recompensados.
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Regionalização; "Jobs for the Boys".
Intocável

O ministro das Obras Públicas aproveitou o trágico acidente de aviação ocorrido ontem em Madrid para alardear as vantagens da rápida construção de um novo aeroporto internacional de Lisboa. Como é de esperar, Mário Lino continuará no Governo que o merecido estatuto de intocável.
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Mário Linoa; Novo Aeroporto de Lisboa.
20.8.08
Cego e surdo... mas fala!
Leonel Carvalho, do “gabinete coordenador de segurança”, e igualmente uma anedota política, afirmou à TSF que crimes como o assalto à carrinha de transporte de “valores” esta madrugada na A2 “são frequentes em algumas partes da Europa”. Além de não termos nada que ver com isso, uma vez que o português médio não é nem quer ser especialista em criminalidade, e de ser evidente que o banditismo em Portugal vai provocando cada vez mais insegurança e medo, pode-se ainda concluir que o citado Leonel de Carvalho, que não mantém qualquer contacto com a realidade, é surdo e cego. Naturalmente, e infelizmente, não é mudo…É verdade que a hipótese posta anteriormente poderá não se confirmar caso Leonel de Carvalho não passe de um serventuário do Governo incumbido de enganar os concidadãos que lhe pagam o salário.
Cavaco Silva para além do "Regime Jurídico do Divórcio"
O veto político posto pelo presidente Cavaco Silva ao novo "regime jurídico do divórcio" significa, pelo menos, duas coisas: que o presidente da República exercerá o seu mandato de acordo com os valores éticos e morais que deram forma à sua campanha presidencial e à sua carreira política; que o presidente da República exerce livremente o seu magistério, sem os constrangimentos próprios daqueles que, tendo-o precedido no cargo, atravessaram os respectivos primeiros mandatos obcecados e tolhidos pela farsa política chamada reeleição. Drama só é drama se...
Cerca de 150 pessoas terão morrido hoje na sequência de um acidente aéreo ocorrido ao início da tarde junto do Aeroporto de Barajas-Madrid. Trata-se de um drama humano de grandes dimensões e de um acontecimento que merece um tratamento jornalístico cuidado e profissional. Porém, na SIC-Notícias, um pivô perguntava ao correspondente daquela estação em Madrid se haveria passageiros portugueses no voo fatal da Spanair, quando nada indicava que tal pudesse acontecer e não havia dados disponíveis que permitissem facultar aquele tipo de informação. Boçal e paroquial é, infelizmente, também em circunstâncias como esta o jornalismo português, como se um drama humano só o fosse verdadeiramente no caso de envolver protagonistas com passaporte luso.
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Jornalismo; SIC-Notícias.
19.8.08
Luís Amado, Portugal e a Geórgia


É uma tristeza ouvir o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, tão cauteloso na apreciação que faz da crise - que virou guerra - entre a Geórgia e a Rússia. Note-se, aliás, que o faz não em nome da "estabilização do sistema internacional", como pretende Paulo Gorjão, mas em nome dos negócios portugueses com a Rússia, potência economicamente emergente que tem vivido razoavelmente à margem da crise económica e financeira internacional. Mas fazem mal o ministro dos Negócios Estrangeiros e, eventualmente, o primeiro-ministro, em seguirem esta linha de pensamento e acção tão "realista" como desprovida de princípios. Isto porque no "sistema internacional", com OTAN ou sem OTAN, Portugal, como pequeno país, está perto da Geórgia e não da Rússia, e arrisca-se um dia a sentir na pele as angústias da Geórgia e não as da Rússia. É que desde 1975, Portugal deixou de facto de ser uma potência colonial. E nunca como nos últimos 33 anos necessitou e necessita de uma ordem internacional assente em princípios e não na força.
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